O encontro de Copenhague só terá definições na metade do mês
Os primeiros dias de reunião vivem da expectativa quanto à chegada dos grandes líderes em meados de dezembro.
Apesar de terem começado na segunda-feira, dia 7 de dezembro, as discussões da COP-15, sigla que remete à conferência sobre o clima da ONU (Organização das Nações Unidas), devem esquentar somente em meados de dezembro. Na metade do mês, os grandes líderes, figuras carimbadas da política internacional, desembarcarão em Copenhague, a capital dinamarquesa, cidade que recebe o importante encontro.
A partir daí, espera-se que os países divulguem suas metas de redução de emissões. Por enquanto, nos primeiros dias de reunião, só há espaço para a expectativa. As certezas somente virão quando Barack Obama, o presidente americano, Hu Jintao, o presidente chinês, os representantes da União Europeia, como o presidente da França, Nicolas Sarkozy, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, além do primeiro-ministro japonês, Yukio Hatoyama, efetivamente sentarem à mesa para conversar.
O jornal O Estado de S. Paulo publicou em seu site as principais declarações do primeiro dia de Copenhague. Confira algumas delas a seguir:
“Só espero que as pessoas em Copenhague não percam de vista o fato de que há oportunidades econômicas por aí. Isso está sendo vendido como uma dose de óleo de rícino que se tem de engolir, e não é verdade.” Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos.
“Já é evidente que não se assinará qualquer acordo jurídico importante.” Arkadi Dvorkovich, assessor econômico da presidência russa.
“Estou muito otimista sobre Copenhague. Todos os líderes concordam que temos o mesmo objetivo, que é combater o aquecimento global. Então, creio que chegaremos a um acordo e acredito que ele será assinado por todos os países membros da ONU, o que seria um fato histórico.” Ban Ki-moon, secretário-geral das Nações Unidas.
“É evidente que o mundo se beneficiaria enormemente com uma ação precoce. O adiamento apenas levaria a custos em termos humanos e econômicos que se tornarão cada vez mais altos.” Rajendra Pachauri, chefe do painel de cientistas do clima das Nações Unidas.
“Mesmo que não se chegue a um acordo sobre tudo, e não vai se chegar, uma base sólida será feita. Por isso, a conferência em Copenhague não será um fracasso.” Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente do Brasil.
“Temos de fazer todos os países reconhecerem que eles precisam ser tão ambiciosos como prometeram. Não é mais suficiente dizer ‘posso fazer isso, talvez eu faça isso’. Quero criar uma situação na qual a União Europeia seja persuadida a defender os 30% (quanto à redução das emissões).” Gordon Brown, primeiro-ministro britânico.
Para conversar com Bruno Toranzo, o autor da publicação, não hesite em enviar suas mensagens para brunovdpt@hotmail.com
Os primeiros dias de reunião vivem da expectativa quanto à chegada dos grandes líderes em meados de dezembro.
Apesar de terem começado na segunda-feira, dia 7 de dezembro, as discussões da COP-15, sigla que remete à conferência sobre o clima da ONU (Organização das Nações Unidas), devem esquentar somente em meados de dezembro. Na metade do mês, os grandes líderes, figuras carimbadas da política internacional, desembarcarão em Copenhague, a capital dinamarquesa, cidade que recebe o importante encontro.
A partir daí, espera-se que os países divulguem suas metas de redução de emissões. Por enquanto, nos primeiros dias de reunião, só há espaço para a expectativa. As certezas somente virão quando Barack Obama, o presidente americano, Hu Jintao, o presidente chinês, os representantes da União Europeia, como o presidente da França, Nicolas Sarkozy, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, além do primeiro-ministro japonês, Yukio Hatoyama, efetivamente sentarem à mesa para conversar.
O jornal O Estado de S. Paulo publicou em seu site as principais declarações do primeiro dia de Copenhague. Confira algumas delas a seguir:
“Só espero que as pessoas em Copenhague não percam de vista o fato de que há oportunidades econômicas por aí. Isso está sendo vendido como uma dose de óleo de rícino que se tem de engolir, e não é verdade.” Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos.
“Já é evidente que não se assinará qualquer acordo jurídico importante.” Arkadi Dvorkovich, assessor econômico da presidência russa.
“Estou muito otimista sobre Copenhague. Todos os líderes concordam que temos o mesmo objetivo, que é combater o aquecimento global. Então, creio que chegaremos a um acordo e acredito que ele será assinado por todos os países membros da ONU, o que seria um fato histórico.” Ban Ki-moon, secretário-geral das Nações Unidas.
“É evidente que o mundo se beneficiaria enormemente com uma ação precoce. O adiamento apenas levaria a custos em termos humanos e econômicos que se tornarão cada vez mais altos.” Rajendra Pachauri, chefe do painel de cientistas do clima das Nações Unidas.
“Mesmo que não se chegue a um acordo sobre tudo, e não vai se chegar, uma base sólida será feita. Por isso, a conferência em Copenhague não será um fracasso.” Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente do Brasil.
“Temos de fazer todos os países reconhecerem que eles precisam ser tão ambiciosos como prometeram. Não é mais suficiente dizer ‘posso fazer isso, talvez eu faça isso’. Quero criar uma situação na qual a União Europeia seja persuadida a defender os 30% (quanto à redução das emissões).” Gordon Brown, primeiro-ministro britânico.
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Bruno Toranzo, estudante de jornalismo da UMESP, sempre trabalhou com economia. Antes de estagiar na GloboNews, canal de notícias das Organizações Globo, passou pelo portal informativo InfoMoney, pela Revista Exame e pelo Jornal do SBT. Há alguns meses, está atrás de pautas que mostrem a viabilidade de uma nova economia, fundamentada no respeito ao ser humano e ao meio ambiente.
Carolina Vertematti está na reta final do curso de jornalismo da UMESP. Trabalhou por três anos como gerente de marketing da franquia de móveis Florense ABC até integrar a equipe de escutas do jornal Brasil Urgente da TV Bandeirantes, veículo que permaneceu por quatro meses. Desde janeiro de 2009, exerce a função de repórter da revista TITITI da editora Abril.
Cintia Roberta é estudante do último semestre de jornalismo da UMESP. Trabalha na Record News, primeiro canal de notícias na TV aberta brasileira, desde a estreia da emissora, há dois anos. No canal, já passou pelo hardnews e, atualmente, trabalha na produção de programas.
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