Mostrando postagens com marcador lixo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lixo. Mostrar todas as postagens

É com satisfação que anunciamos o livro "Economia Alternativa: Uma Nova Maneira de Organizar o Mundo"

0 comentários


Durante sete meses deste ano, o grupo se dedicou à realização de um trabalho considerado decisivo para a formação em jornalismo. Unidos na tarefa de escrever sobre a nova economia, os autores e amigos Bruno Toranzo, Carolina Vertematti e Cinta Potelecki, ao entregar o livro Economia Alternativa: Uma Nova Maneira de Organizar o Mundo para os integrantes da banca de avaliação, concluíram um grande desafio. Leia abaixo a orelha da obra escrita pelo professor e orientador do TCC, também conhecido como "Trabalho de Conclusão de Curso", que brilhantemente descreveu o resultado da nossa aventura:

“Este livro é fruto de trabalho de pesquisa e de envolvimento de três jovens formandos que resolveram remar contra a maré e, ao invés de mergulharem em temas corriqueiros do dia a dia como esporte, cultura e lazer, internet e mídias sociais, preferiram explicar o que é economia, como ela nos atinge, como não podemos viver sem entendê-la e, mais do que tudo isso, quais características precisam ter a economia do futuro.

Os autores Bruno Toranzo, Carolina Vertematti e Cintia Potelecki nos mostram que é hora de mudança. Uma alteração brusca que recebe o nome de Economia Alternativa, já que não se pode mais aguentar os efeitos nocivos do sistema econômico convencional como a destruição do meio ambiente, com destaque para o aquecimento global; os movimentos inescrupulosos dos agentes financeiros, como a bolha no setor imobiliário americano que levou a economia praticamente ao colapso e a produção voltada para atender o consumo sem qualquer responsabilidade.

Mais do que nos levar a uma profunda reflexão sobre os rumos que a economia tomou, o livro nos deixa várias lições de como podemos, com gestos e ações simples que fazem parte do dia a dia, praticar o consumo responsável.

Abordar economia em um país de proporções continentais como o nosso não é fácil. Esse exercício requer, em primeiro lugar, preparo e conhecimento sobre as enormes diferenças de renda. Como falar de economia sem falar em dinheiro? Como falar de dinheiro sem falar em trabalho? Como falar de trabalho sem detalhar as classes sociais? Como falar de classes sociais sem tocar no problema do consumo desenfreado?

Ao discutirem o tema Economia Alternativa, o que esses três alunos do 8º Semestre do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo fazem é deixar que a economia tome conta das nossas conversas, seja assunto nas rodas de discussão. Há dicas imprescindíveis em uma linguagem simples e direta que nos leva a não só conhecer como adotar o consumo consciente, criativo e solidário.

A partir deste livro, quem sabe boa parte da população possa entender e praticar a economia com um novo olhar, a partir de uma nova perspectiva, marcada, principalmente, pelo respeito ao indivíduo, à sua comunidade e ao seu dinheiro”.

Prof. Rodolfo Bonventti
UMESP

Vídeo: "The Story Of Stuff"

1 comentários

O documentário de 20 minutos de duração "The Story of Stuff" (em português: "A Estória das Coisas") mostra os nefastos efeitos para o mundo em que vivemos do consumismo, o famoso consumo sem fim, quando as pessoas compram por comprar, sem que exista necessidade para tanto.

Esse trabalho foi realizado pela americana Annie Leonard, uma ativista do Greenpeace, conhecida pelas palestras que evidenciam como o modo de vida americano, baseado na produção e no consumo sem limites, resulta na devastação das florestas, na destruição dos topos das montanhas, na poluição das águas e no envenenamento dos animais e dos próprios seres humanos.

Desde 2007, quando o filme foi colocado na internet, seis milhões de pessoas já conferiram somente no site oficial (http://www.storyofstuff.com/). No YouTube, foram outros milhões de cidadãos. Até mesmo as escolas dos Estados Unidos estão fazendo com que seus alunos vejam.

Assista, portanto, ao "The Story Of Stuff", com legendas em português, logo abaixo:


Comente a publicação. Se preferir, você pode conversar com Bruno Toranzo, por meio do e-mail brunovdpt@hotmail.com

Premiação do GP Brasil é resultado do trabalho de reciclagem

0 comentários

Os troféus do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 foram feitos de plástico reciclado. Durante os quatro dias de competição, os membros da Cooperativa de Coleta Seletiva da Capela do Socorro, Coopercaps, recolheram o material nas latas de lixo do próprio autódromo. Para produzir a premiação, uma usina de reciclagem em Interlagos ficou encarregada do processo.

A iniciativa da Braskem contou com o apoio da Plastivida. De acordo com a empresa, no ano passado, cerca de 420 mil latas e garrafas plásticas de água e refrigerantes foram descartadas durante os treinos e a corrida. O coletado, mas não usado, foi enviado para usinas de reciclagem.

O design do troféu recupera o desenho desenvolvido por Oscar Niemeyer em 2008. Mark Webber, Robert Kubica e Lewis Hamilton, vencedores da corrida, receberam os troféus ecológicos.

Envie uma mensagem para a autora do texto. Escreva para ctaroberta@gmail.com

ONGs recolhem celulares para ajudar soldados e cubanos

0 comentários

Já são mais de 4 bilhões de aparelhos celulares no mundo, segundo cálculos da União Internacional de Telecomunicações (UIT). Isso significa que quase 63% da população mundial conta com um telefone móvel. Entretanto, a UIT destaca que o número de linhas não representa a quantidade real de usuários, já que alguns possuem mais de um celular, enquanto que outros podem dividir uma conta.

Pensando na forma de minimizar os impactos para o meio ambiente do descarte inapropriado, algumas ONGs incentivam que os proprietários doem os aparelhos velhos. Aqueles que estão esquecidos no fundo da gaveta. Esses voluntários afirmam que se cada um dos que contam com a tecnologia reciclasse um único telefone, teríamos uma queda de emissão de gases-estufa equivalente ao que solta 4 milhões de carros.

Com o objetivo de reaproveitar o material, as americanas Cell Phone for Soldiers (ou Celulares para Soldados), organização que recolhe celulares usados para ajudar soldados americanos a falar com seus familiares, e Raíces de Esperanza, associação de Miami dedicada a melhorar a vida dos cubanos (receberam permissão do governo para ter celulares apenas no ano passado), vendem os aparelhos antigos, sem serventia para os donos anteriores, para as empresas de reciclagem.

Por meio da aplicação do valor arrecadado, a Cell Phone for Soldiers compra cartões telefônicos para que o exército os distribua entre os soldados. Já a Raíces de Esperanza separa os celulares ainda em condições de uso para que sejam utilizados no país da América Central.

Comente a publicação e mande uma sugestão de pauta para Carolina Vertematti, autora do texto, no
carolvertematti@gmail.com

Tietê: um rio que se foi há muito tempo

1 comentários

As reportagens do flutuador, dispositivo responsável por medir a qualidade da água do rio Tietê, da TV Globo terminaram. O resultado foi o que os olhos já mostravam, e o nariz sentia. Com nível de oxigênio baixo ao longo dos 500 quilômetros do trajeto, aliado ao mau cheiro insuportável de muitos pontos, a conclusão é que temos um rio há muito morto. Como parte do trabalho realizado pelos colegas jornalistas da emissora, levado ao telespectador ao longo de 28 dias, as matérias fizeram um levantamento do sistema de coleta e tratamento do esgoto dos municípios. Os números obtidos são realmente preocupantes. Confira as informações de algumas cidades. O tratamento diz respeito ao volume coletado.

Barueri
População (IBGE/2007): 252.748;
Coleta: 54%;
Tratamento: 0%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 37.912.200 litros por dia.

Botucatu
População (IBGE/2007): 120.800;
Coleta: 93%;
Tratamento: 95%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 2.110.980 litros por dia.

Cabreúva
População (IBGE/2007): 38.898;
Coleta: 60%;
Tratamento: 100%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 5.834.700 litros por dia.

Guarulhos
População (IBGE/2007): 1.236.192;
Coleta: 75%;
Tratamento: 0%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 185.428.800 litros por dia.

Itaquaquecetuba
População (IBGE/2007): 334.914;
Coleta: 46%;
Tratamento: 7%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 48.619.465 litros por dia.

Itu
População (IBGE/2007): 147.157;
Coleta: 98%;
Tratamento: 74%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 6.065.812 litros por dia.

Jumirim
População (IBGE/2007): 2.205;
Coleta: 90%;
Tratamento: 100%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 33.075 litros por dia.

Mogi das Cruzes
População (IBGE/2007): 362.991;
Coleta: 94%;
Tratamento: 40%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 33.975.957 litros por dia.

Osasco
População (IBGE/2007): 701.012;
Coleta: 63%;
Tratamento: 7%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 100.514.605 litros por dia.

Poá
População (IBGE/2007): 104.904;
Coleta: 86%;
Tratamento: 93%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 3.150.267 litros por dia.

Porto Feliz
População (IBGE/2007): 46.054;
Coleta: 98%;
Tratamento: 100%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 138.162 litros por dia.

São Paulo
População (IBGE/2007): 10.886.518;
Coleta: 97%;
Tratamento: 75%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 440.000.000 litros por dia.

Suzano
População (IBGE/2007): 268.777;
Coleta: 65%;
Tratamento: 70%;
Volume de esgoto lançado no rio sem tratamento: 21.972.519 litros por dia.

Converse com Bruno Toranzo, o autor da publicação. Mande uma mensagem para brunovdpt@hotmail.com

Curioso

0 comentários

Inglaterra e Irlanda multam quem joga bituca de cigarro nas ruas
Os ingleses punem os mal-educados em 50 libras esterlinas. Já os irlandeses cobram o salgado valor de 3 mil euros.

Para os desavisados que jogam sua bituca de cigarro nas ruas de Londres, os fiscais da cidade podem multá-los em 50 libras esterlinas, quase 200 reais. Como ocorre com as penalidades aplicadas no trânsito, a pessoa multada tem um prazo para pagar. Caso contrário, o caso é levado para a justiça.

Se você achou um exagero, preste atenção no que acontece na Irlanda. A multa por lá é muito maior: três mil euros. Isso mesmo. São quase nove mil reais de punição. Aliás, os ingleses tomaram como exemplo os irlandeses para castigar os que sujam as calçadas da capital do país.

Por ano, a capital da Inglaterra produz 177 mil toneladas de lixo. O serviço de limpeza custa 100 milhões de libras ao orçamento da cidade todos os anos. As estatísticas apontam que 2.700 toneladas do chamado lixo do cigarro, o que envolve as bitucas e embalagens dos maços, são jogadas anualmente nas ruas.

“As pessoas pensam que a bituca do cigarro não vai causar tanto impacto na quantidade final de lixo”, disse o senhor Livingstone, responsável pelo programa, em entrevista ao jornal britânico The Guardian. “Mas, na verdade, os produtos do tabaco são um dos materiais mais comuns encontrados no lixo de Londres, e os filtros do cigarro não se decompõem facilmente”, completou.

No Brasil, ainda não existem propostas nesse sentido. Outro dia, quando estava no centro da cidade de São Bernardo, uma mulher fumava na calçada. Havia um cesto de lixo a poucos metros. Ela aguardava que a amiga a chamasse para entrar em uma agência de algum órgão do governo.

Veio o chamado. Automaticamente, sem pensar duas vezes, a fumante jogou o cigarro pouco consumido na calçada. A desculpa dos fumantes é que não há cestos de lixo suficientes nas cidades. Mas, como destacado no exemplo, a verdade mesmo está na falta de educação das pessoas. Para combater esse mal, nada melhor do que pesar no bolso, de preferência uns bons quilos, como os irlandeses brilhantemente fazem.

Comente no blog e mande uma mensagem para Bruno Toranzo, o autor do texto, no seguinte e-mail: brunovdpt@hotmail.com

Viver com consciência

0 comentários

Nós vivemos em um ritmo frenético. Normalmente, não damos conta de cumprir todas as nossas tarefas diárias. É uma dramática luta contra o tempo. Em meio à correria, tomamos algumas atitudes que prejudicam o meio ambiente.

Na tentativa de facilitar a nossa vida, o consumo inadequado dos alimentos, sem respeitar nossa própria saúde, aumentou. Entre uma tarefa e outra, o almoço foi substituído pelo lanche, uma maneira rápida de vencer a fome. Como resultado, a falta de educação de alguns faz com que embalagens, garrafas, papéis de bala e, claro, as bitucas de cigarro sejam jogadas nas calçadas das grandes cidades.

Cidades essas que possuem milhões de habitantes, sendo que cada pessoa produz, em média, 1,5 kg de lixo por dia. Mas, afinal, para onde vai todo esse lixo? A maior parte tem um destino impróprio, ruim para a natureza. Uma solução para esse problema depende, na verdade, das atitudes e iniciativas de cada um.

O ato de separar o plástico, papel, metal e vidro do lixo orgânico dentro de nossas casas, por exemplo, faz a maior diferença. Como alternativa para o lixo orgânico, temos a compostagem, processo que transforma o lixo em adubo, cuja estrutura, nas devidas proporções, pode ser montada até mesmo nas residências. Para se ter ideia, o lixo orgânico representa 60% do total de resíduos nas cidades. No Brasil, um terço dos alimentos vai para o lixo.

Por isso, não custa nada consumir com responsabilidade e reutilizar o máximo que conseguirmos. Se não fizermos isso, o custo que vamos pagar pode ser muito caro para nossas vidas.

Comente essa publicação. Se preferir, envie uma mensagem para a autora do texto: ctaroberta@gmail.com

Paraíba: 98% das cidades têm problemas com lixo

0 comentários

De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública a falta de coleta diária gera 20 mil toneladas de lixo que vão parar em lixões, terrenos baldios e rios. O descarte inadequado, além de prejudicar o meio ambiente, gera problemas de saúde pública.

Com o passar do tempo, esse quadro vem se agravando em todo o país. Só no Nordeste, 68% dos resíduos domésticos têm destino impróprio. Um estudo do Ibama mostra que 98% dos municípios paraibanos têm problemas com o lixo.

Em Campina Grande, o segundo município mais populoso do estado, o lixo produzido por quase 400 mil moradores é despejado em um lixão a céu aberto, sem nenhum tipo de tratamento. A prefeitura diz que há um projeto de criação de um aterro sanitário, mas não há data prevista.

De acordo com o superintendente do Ibama da Paraíba, Ronilson José da Paz, a questão do lixo é negligenciada pelas prefeituras. "A multa não vai para a pessoa física do prefeito, mas para a prefeitura e quem termina pagando é a população", explicou durante reportagem veiculada na TV Record.

O custo de um aterro sanitário varia de 5 a 10% do orçamento de uma cidade, por isso o Ibama acredita que a solução está na integração dos municípios para desenvolver uma gestão compartilhada do lixo baseada no reaproveitamento dos materiais. O investimento em reciclagem, além de gerar empregos, diminui o volume do lixo.

Escreva para a autora do texto. Envie uma mensagem para o seguinte e-mail: ctaroberta@gmail.com