Governo espanhol fará com que aviões aterrissem "de maneira verde"

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A manchete causa estranhamento. Mas é isso mesmo. A partir de 2010, todos os aviões que aterrissarem no território espanhol terão que adotar medidas para diminuir o consumo de combustível, o ruído das turbinas e a emissão de dióxido de carbono, o temido CO².

O procedimento chamado de “aterrissagem verde” é uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento e visa a redução do consumo de até 25 mil toneladas de combustível por ano, o que resultará em 75 mil toneladas a menos de gases responsáveis pelo aquecimento terrestre.

Para atingir a meta estipulada, as aeronaves vão se aproximar dos aeroportos planando com os motores em potência mínima. A princípio, somente os voos noturnos serão obrigados a adotar a medida. Com isso, ocorrerá uma redução no impacto sonoro dos aviões entre 4 e 6 decibéis, não incomodando as pessoas que moram em um raio de até 18 quilômetros da pista.

Converse com Carolina Vertematti, a autora do texto, mandando uma mensagem para o e-mail
carolvertematti@gmail.com

Os ursos polares caem do céu

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Um vídeo polêmico discute os prejuízos da poluição para o meio ambiente. Ele foi criado pela "ONG Plane Stupid" que defende o fim do tráfego áereo. De acordo com a organização, cada passageiro de qualquer voo europeu é responsável pela emissão de aproximadamente 400 kg de gases que causam o efeito estufa.

O urso polar adulto pesa cerca de 400 kg, ou seja, a mesma quantidade de poluentes liberada em cada viagem. Para fazer essa comparação, a ONG e a agência de publicidade Mother produziram um vídeo com ursos que despencam do céu como se fossem aviões.

Para assisti-lo, clique aqui.



Na sua opinião, trata-se de um exagero ou esse trabalho é necessário para mostrar às pessoas a importância de mudança?

Não deixe de comentar a publicação. Se quiser conversar com Cintia Roberta, a autora do texto, escreva para ctaroberta@gmail.com

Dica 13: Recicle o lixo

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Você já ouviu dizer que nosso lixo pode ser convertido em dinheiro? O que não terá serventia para nós pode gerar renda para os que precisam. Por isso, contribue com as pessoas que vivem da reciclagem e guarde tudo aquilo que pode ser transformado em outro produto. Além da contribuição social, você está beneficiando o meio ambiente.

Materiais como plástico, alumínio, vidro e papel são exemplos de matérias-primas que servem para a fabricação de outros produtos. Separe todos eles. No caso das garrafas de refrigerante, por exemplo, não deixe de lavá-las para, logo depois, armazená-las em local seco, sem contato com a umidade. Faça o mesmo com outras embalagens de plásticos, latinhas de alumínio, garrafas e potes de vidro. O papel, claro, não precisa ser lavado.

A sua atitude ajudará as cooperativas e, consequentemente, os catadores de lixo, reduzindo a quantidade de resíduos que chegam todos os dias aos lixões. Como sabemos, o destino inapropriado do lixo é um grave problema de saúde pública.

É com satisfação que anunciamos o livro "Economia Alternativa: Uma Nova Maneira de Organizar o Mundo"

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Durante sete meses deste ano, o grupo se dedicou à realização de um trabalho considerado decisivo para a formação em jornalismo. Unidos na tarefa de escrever sobre a nova economia, os autores e amigos Bruno Toranzo, Carolina Vertematti e Cinta Potelecki, ao entregar o livro Economia Alternativa: Uma Nova Maneira de Organizar o Mundo para os integrantes da banca de avaliação, concluíram um grande desafio. Leia abaixo a orelha da obra escrita pelo professor e orientador do TCC, também conhecido como "Trabalho de Conclusão de Curso", que brilhantemente descreveu o resultado da nossa aventura:

“Este livro é fruto de trabalho de pesquisa e de envolvimento de três jovens formandos que resolveram remar contra a maré e, ao invés de mergulharem em temas corriqueiros do dia a dia como esporte, cultura e lazer, internet e mídias sociais, preferiram explicar o que é economia, como ela nos atinge, como não podemos viver sem entendê-la e, mais do que tudo isso, quais características precisam ter a economia do futuro.

Os autores Bruno Toranzo, Carolina Vertematti e Cintia Potelecki nos mostram que é hora de mudança. Uma alteração brusca que recebe o nome de Economia Alternativa, já que não se pode mais aguentar os efeitos nocivos do sistema econômico convencional como a destruição do meio ambiente, com destaque para o aquecimento global; os movimentos inescrupulosos dos agentes financeiros, como a bolha no setor imobiliário americano que levou a economia praticamente ao colapso e a produção voltada para atender o consumo sem qualquer responsabilidade.

Mais do que nos levar a uma profunda reflexão sobre os rumos que a economia tomou, o livro nos deixa várias lições de como podemos, com gestos e ações simples que fazem parte do dia a dia, praticar o consumo responsável.

Abordar economia em um país de proporções continentais como o nosso não é fácil. Esse exercício requer, em primeiro lugar, preparo e conhecimento sobre as enormes diferenças de renda. Como falar de economia sem falar em dinheiro? Como falar de dinheiro sem falar em trabalho? Como falar de trabalho sem detalhar as classes sociais? Como falar de classes sociais sem tocar no problema do consumo desenfreado?

Ao discutirem o tema Economia Alternativa, o que esses três alunos do 8º Semestre do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo fazem é deixar que a economia tome conta das nossas conversas, seja assunto nas rodas de discussão. Há dicas imprescindíveis em uma linguagem simples e direta que nos leva a não só conhecer como adotar o consumo consciente, criativo e solidário.

A partir deste livro, quem sabe boa parte da população possa entender e praticar a economia com um novo olhar, a partir de uma nova perspectiva, marcada, principalmente, pelo respeito ao indivíduo, à sua comunidade e ao seu dinheiro”.

Prof. Rodolfo Bonventti
UMESP

Os chineses estão no caminho errado

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A China optou pelo modelo de desenvolvimento do passado
O governo leva em consideração tão somente o crescimento econômico. A exemplo do que fizeram os países desenvolvidos, a China não quer saber de respeito ambiental e preocupação social.

As minas de carvão chinesas estão longe de serem seguras. Somente no ano passado, foram mais de 3 mil mortes em acidentes de trabalho. Os desabamentos, as inundações e as explosões são as principais causas do alto índice de mortalidade. A última tragédia ocorreu no nordeste do país. De acordo com a mídia estatal, mais de 100 pessoas morreram de forma quase instantânea.

Esses acidentes poderiam ser perfeitamente evitados. Na ânsia de produzir energia com rapidez, já que o governo tem por objetivo dar conta da demanda crescente trazida pelo robusto crescimento econômico, as medidas de segurança ficam de lado. Como o mundo inteiro sabe, os chineses têm no carvão sua principal fonte de energia, uma presença quase hegemônica na geração elétrica.

A verdade é que a China não cresce de maneira sustentável. Podemos chamar o modelo chinês, a exemplo do que ocorreu com a maior parte das nações desenvolvidas, de doentio. Apesar de se tornar cada vez mais forte, sob todos os aspectos de análise, no cenário internacional, esse gigante não faz questão de instaurar uma nova forma de desenvolvimento, fundamentada no respeito ao meio ambiente e às pessoas.

Mesmo que a economia chinesa cresça de uma maneira espetacular, ao avaliar os números referentes ao PIB (Produto Interno Bruto), não se pode dizer, muito longe disso, que a população goza de boas condições de vida. A evolução do PIB, a soma das riquezas produzidas e dos serviços disponibilizados por um país, de um ano para o outro não leva em conta os prejuízos ambientais e sociais causados para que se conseguisse tal aumento.

Ao olhar apenas para o PIB, a renda média real não pode ser medida. Como em tantos lugares do planeta, a sociedade chinesa é extremamente desigual. Ou seja: poucos ganham muito, e muitos ganham pouco. Isso pode ser constatado na diferença entre as regiões chinesas. Algumas cidades movimentam uma soma gigantesca de recursos financeiros, o que não significa que as pessoas, na média, vivam bem. Por outro lado, outras não são do interesse dos investidores. A ausência do mercado faz com que tenham índices de miséria preocupantes.

É por isso que muitos especialistas, com destaque para o economista Joseph Stiglitz, vencedor do Prêmio Nobel, defendem que o PIB não seja o único medidor da riqueza de um país. Quem investe (refiro-me aos empresários que efetivamente investem para criar empregos e aumentar a renda da população; não estou falando dos inescrupulosos especuladores) e aposta na seriedade de um país precisa, para Stiglitz e sua turma, avaliar as condições de vida dos habitantes. Temos de parabenizar iniciativas como essa, porque serão importantes para que uma nova economia seja finalmente possível.

Por fim, para piorar a avaliação do desenvolvimento chinês, o governo, centralizado na figura do Partido Comunista, tenta desesperadamente manter seus cidadãos longe das fontes de informação. Em território do falecido líder Mao Tsé-Tung, não se pode discordar. Não há espaço para discussões. A visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, como forma de melhorar as relações entre os dois países, resultou em um exemplo do controle sobre as pessoas exercido pelos governantes chineses. Ao se encontrar com estudantes escolhidos a dedo pelos dirigentes comunistas, Obama precisou responder indagações que evidenciavam uma linha favorável ao regime.

Como já dissemos em publicações anteriores, a China não vai se comprometer com a redução das emissões dos gases de efeito estufa no encontro de Copenhague a ser realizado no começo do próximo mês. Infelizmente, os chineses já mostraram que não vão inaugurar um novo modelo de crescimento. Eles optaram pelo passado com o agravante de impedir, por meio da violência em muitos casos, a disseminação de qualquer posicionamento contrário à escolha.

Para conversar com Bruno Toranzo, o autor do texto, envie quantas mensagens desejar para brunovdpt@hotmail.com

Dica 12: Doe livros, revistas e jornais usados

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Informação nunca é demais, mesmo que esteja defasada. Por isso, decidimos essa semana dar como dica uma ação que contribuirá para a educação do país. Doe livros, revistas, jornais, encartes e tudo o que você não vai ler novamente para quem precisa.

Experimente visitar uma biblioteca pública para perceber a importância que a doação de material escolar usado faz para uma criança que não tem acesso à internet e precisa fazer uma pesquisa para realizar o dever de casa.

A sua colaboração evita o acúmulo de lixo e ajuda a repassar conhecimento. Mesmo que o conteúdo esteja atrasado, separe as revistas e os jornais com fatos importantes e leve-os para onde achar que serão bem aproveitados, como escolas, bibliotecas públicas, espaços de recreação comunitária, consultórios médicos e centros religiosos.

Ah, não se esqueça de reciclar aquilo que não servirá para mais ninguém.

Nova motocicleta Mavizen é movida à eletricidade e tem acesso à internet

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A fabricante inglesa de motocicletas Mavizen anunciou um novo modelo que promete ser revolucionário no quesito combustível. A TTX02 alcança uma velocidade de até 210 km/h, inclui computador com sistema Linux que tem acesso à internet. O problema está na autonomia, quando a bateria está completamente carregada, de apenas 65 km.

Os apaixonados já podem fazer a reserva e terão de desembolsar até R$ 100 mil pelo modelo, considerado arrojado e moderno, que começará a ser entregue em 2010. Só que eles terão de se preparar para uma "parada técnica", porque no meio da viagem será necessário encontrar uma tomada para carregar o veículo. Ao mesmo tempo em que a moto não polui e consome pouca energia, o motorista precisa estar atento para não ficar a pé.

Comente o post ou mande um e-mail para a autora Carolina Vertematti no endereço: carolvertematti@gmail.com