Não deixe de ver a penúltima parte do documentário.
"Precisamos encontrar um novo modelo de desenvolvimento, uma nova maneira de definir o que é qualidade de vida que pese menos sobre os recursos, mas, ainda assim, propicie dignidade e todos os tipos de oportunidade para as aspirações humanas."
THOMAS LOVEJOY
Biólogo e Ambientalista
"Estamos condenados a inventar um futuro diferente dos paradigmas falidos do passado. Temos que planejar e não ficar ao léu, vamos dizer, da anarquia dos mercados. Um desenvolvimento digno desse nome tem que se pautar por objetivos sociais e éticos e tem que reconhecer condicionalidades ecológicas. Um desenvolvimento socialmente includente e ambientalmente sustentável."
IGNACY SACHS
Economista e Sociólogo
Professor da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (EHESS, na sigla em francês)
"Precisamos encontrar um novo modelo de desenvolvimento, uma nova maneira de definir o que é qualidade de vida que pese menos sobre os recursos, mas, ainda assim, propicie dignidade e todos os tipos de oportunidade para as aspirações humanas."
THOMAS LOVEJOY
Biólogo e Ambientalista
"Estamos condenados a inventar um futuro diferente dos paradigmas falidos do passado. Temos que planejar e não ficar ao léu, vamos dizer, da anarquia dos mercados. Um desenvolvimento digno desse nome tem que se pautar por objetivos sociais e éticos e tem que reconhecer condicionalidades ecológicas. Um desenvolvimento socialmente includente e ambientalmente sustentável."
IGNACY SACHS
Economista e Sociólogo
Professor da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (EHESS, na sigla em francês)
Bruno Toranzo, estudante de jornalismo da UMESP, sempre trabalhou com economia. Antes de estagiar na GloboNews, canal de notícias das Organizações Globo, passou pelo portal informativo InfoMoney, pela Revista Exame e pelo Jornal do SBT. Há alguns meses, está atrás de pautas que mostrem a viabilidade de uma nova economia, fundamentada no respeito ao ser humano e ao meio ambiente.
Carolina Vertematti está na reta final do curso de jornalismo da UMESP. Trabalhou por três anos como gerente de marketing da franquia de móveis Florense ABC até integrar a equipe de escutas do jornal Brasil Urgente da TV Bandeirantes, veículo que permaneceu por quatro meses. Desde janeiro de 2009, exerce a função de repórter da revista TITITI da editora Abril.
Cintia Roberta é estudante do último semestre de jornalismo da UMESP. Trabalha na Record News, primeiro canal de notícias na TV aberta brasileira, desde a estreia da emissora, há dois anos. No canal, já passou pelo hardnews e, atualmente, trabalha na produção de programas.
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